A Linha do Tempo do Agronegócio Brasileiro - Parte I

O agronegócio brasileiro sempre foi um grande tesouro para o país. Uma fonte de divisas imprescindível em tempos de crise, e foco da atenção dos nossos governantes e do mundo.


Tudo que envolve esse segmento tem seu valor e, para que esse valor fosse cultivado e se tornasse uma das principais fontes de renda do nosso Brasil, foi necessário muito esforço e dedicação daqueles que vieram lá atrás.


Por isso, decidimos compartilhar um resgate da história do Agronegócio no Brasil. Desde os primórdios da colonização portuguesa, passando por uma verdadeira revolução e chegando até os tempos de hoje, a chamada era da Agricultura 4.0.


Vamos começar dos primórdios. O Império! Naquela época, a agricultura brasileira utilizou exacerbadamente terras de desmatamentos, que apesar de tudo eram férteis. Os fertilizantes não existiam, ou pelo menos não estavam disponíveis para uso de maneira adequada. Além disso, ao longo do tempo, formaram-se os ciclos do Pau Brasil, da cana-de-açúcar, látex, cacau, e café, que entrou no Brasil desde 1727, vindo da Guiana Francesa.


No vácuo de uma das nossas paixões nacionais, desde que o Brasil se conhece por gente, o milho e fumo originários da América Central, e as frutíferas e hortícolas, que ganharam espaços graças também à diversidade de solos, climas, mercados, e vocações regionais nesse País continental.


Em 1837, o café já se tornava o principal produto de exportação do Brasil Império), e em 1845 já produzia 45% do café mundial, se tornando, como falamos no começo dessa publicação, o brilho nos olhos de muitos europeus.


Nos estendemos nesse cenário até meados de 1900, onde todo o trabalho feito começa a se ampliar até o ramo das agroindústrias.


Vinho, carne bovina, suínos e aves. O progresso do Sul do Brasil também está ligado ao agronegócio. A pecuária começa a dominar no Rio Grande do Sul; a exploração da madeira nas serras e a agricultura se desenvolvem com a participação das várias etnias que compõem o mosaico populacional da região.


Em tempo, fica evidente que, a partir da década de 1930, com maior intensidade na de 1960 até a de 1980, o produtor rural passou, gradativamente, a ser um especialista, envolvido quase exclusivamente com as operações de cultivo e criação de animais; por sua vez, as funções de armazenar, processar e distribuir produtos agropecuários, bem como as de suprir insumos e fatores de produção, foram transferidas para organizações produtivas e de serviços nacionais e/ou internacionais fora da fazenda, impulsionando, com isso, ainda mais a indústria de base agrícola.


Nas próximas publicações, mostraremos como foi a transição da agroindústria com a introdução da tecnologia dentro do agronegócio. Fiquem ligados!

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