Agronegócio: Construindo a Independência Econômica das Crises Externas

Com mais de um ano enfrentando a pandemia e sua conseqüente crise econômica em diversos setores da economia, vivemos em um dos períodos mais desafiadores da história recente.

Mesmo que nossa situação esteja muito longe de ser ideal, com nosso país precisando se sobressair em muitos aspectos de sua política e sociedade, ainda temos neste ano (2021) a possibilidade de uma recuperação econômica parcial, com projeções da Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia, realizadas próximas a metade deste ano, apontando para o crescimento do PIB nacional em mais de 5% em 2021 - um avanço que, se verdadeiro, representaria a recuperação da queda de 2020, quando a pandemia começou e seus impactos ainda eram incertos.

Vemos neste cenário que nosso país possui tanto grandes oportunidades, apesar de igualmente grandes desafios, buscando a independência de fatores externos para nos tornarmos verdadeiramente soberanos sobre nossa economia. Independente de opiniões ou cenários políticos e sociais, podemos ver no Brasil o potencial para crescimento.

 

Destacamos para este fim o principal ramo da economia que contribui para esta missão - a produção do campo pelas organizações e profissionais do Agro, representando neste período de crise o único setor a mostrar crescimento entre todos os demais.

Esta realidade já se repetiu, de certa forma, em anos anteriores de recessão como em 2018, onde novamente o Agronegócio apresentou resultados positivos contrastantes.

Tal resiliência é construída a partir de diversas qualidades, algumas inerentes ao clima e geografia do Brasil, outras pelo modelo de trabalho do nosso Agronegócio e avanços tecnológicos. Por exemplo, cerca de 84% dos produtores e prestadores de serviços rurais dispõe de tecnologias digitais para melhorar sua produtividade.

A economia de recursos e máxima eficiência também mostra que o Agronegócio sabe ser sustentável, com métricas recentes avaliando apenas de 7,4% à 7,6% do território brasileiro dedicado ao agro, e com potencial geral de aproximadamente 35%, enquanto outros países exauriram quase todas as suas terras cultiváveis.

Claro, podemos dizer que o Agronegócio brasileiro ainda tem muitas oportunidades e para melhorar, mas seus avanços em tecnologia, sustentabilidade e produtividade precisam ser evidenciados.

Em um mundo em constante evolução e crescimento, encontramos no campo o desafio de alimentar o mundo - no Brasil, encontramos a oportunidade para superá-lo.

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