Comunicação no Agronegócio: A imagem de quem produz

A comunicação assumiu, de uma forma geral, um tom mais especulativo nos últimos anos. Acusações, discursos de ódio e as tão debatidas “Fake News” (notícias falsas) se tornaram comuns com a disseminação das mídias sociais e da conectividade pelo mundo. Estes desafios aparecem com as novas tecnologias, mas podem ser trabalhados com facilidade e não devem – nunca devem – ocultar os benefícios que o avanço tecnológico traz à sociedade.



Apesar desses desafios, é bem no centro desta realidade que encontramos suas soluções. Dentro do agronegócio, as empresas, revendas e cooperativas sabem muito bem como manter sua comunicação em dia com o dia-a-dia da produção rural, entre suas organizações e os produtores rurais; mas, igualmente importante, são as estratégias de comunicação “para fora” do mercado, e muitas vezes elas são negligenciadas apenas por não se darem conta da necessidade de fazê-lo.



Por que comunicar “para fora”?



Esta necessidade é puramente preventiva, um modo de incentivas e propagar as ações positivas que o agronegócio traz ao mundo, e buscando bloquear possíveis inciativas de polemizar as técnicas e resultados de cultivo por pessoas e instituições que se opõe ao agro. A economia hoje é mais influenciada pela percepção externa e pela imagem do negócio que em qualquer momento de nossa história, e proteger este tipo de comunicação se torna um requisito imperativo para o sucesso futuro. Os produtores rurais e os negócios rurais podem sofrer ataques de opositores ao avanço do agronegócio, com insinuações de danos ambientais e descaso com o planeta.



Obviamente, nada disso é verdade. E aqui estão as provas: apenas 7,6% do território brasileiro é ocupado por áreas agrícolas e a imensa maioria dos produtores rurais segue as normas de preservação em suas terras, provando que o desmatamento nada tem a ver com a expansão agrícola. Ainda, a Agricultura de Precisão tem sido implementada pelas empresas agro e cooperativas agropecuárias com muita eficiência, reduzindo não somente custos, mas também a poluição e o uso de agrotóxicos, além de provar que a tecnologia vem como uma força do bem para o campo. Mesmo os métodos mais tradicionais sempre levaram em conta a preservação natural: o plantio de árvores próximos de pastos (Integração-Lavoura-Pecuária-Floresta) vem sendo aplicado para evitar a emissão de gases do efeito estufa, atribuída ao desenvolvimento da pecuária. 



Mesmo com a verdade sendo clara, ainda assim a imagem do campo deve ser cuidada e preservada. O agronegócio precisa usar seu conhecimento comunicativo para difundir essa realidade, lembrando que o Brasil é um país agrário e seu desenvolvimento não parou durante as últimas crises justamente por causa dessa sua vocação. Zelando pela sua própria imagem, o agronegócio alavanca sua própria credibilidade e assegura seu lugar no futuro!



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