CRM

3 níveis de maturidade para a sua agrorevenda vender mais

Diversas revendas enfrentam dificuldades para fidelizar clientes, seja por deficiências na infraestrutura da empresa; influência nos setores de vendas de insumos, assistência técnica, compras, crédito e cobrança; troca de insumos por produtos ou ainda pela própria gerência e diretoria que criam obstáculos para que o produtor rural permaneça satisfeito.

Fato é que fidelizar passou a ser uma necessidade que compromete todos os setores de uma organização e para que a fidelização efetivamente se transforme em rotina as equipes de vendas e os responsáveis por manter o relacionamento com os clientes devem estar alinhados às estratégias da empresa.

Logo o CRM (Customer Relationship Management) é mais que um simples sistema de gestão. Trata-se de uma estratégia poderosa de negócios que se divide em etapas para inserir o cliente no centro das atenções, implementando práticas que funcionam e geram valor agregado, sendo atualmente conceituado por especialistas como uma necessidade para que as revendas estruturem de forma proativa o atendimento aos seus clientes e, consequentemente, agucem a capacidade de fidelizar.

Afinal de contas como ser eficaz na medida certa e se diferenciar dos concorrentes, aproximar a revenda dos produtores e ampliar mercado com práticas inovadoras de relacionamento validadas pelo mercado?


A resposta é: RELACIONAMENTO!


O grande segredo é descobrir como se diferenciar dos concorrentes com a adoção de um CRM especialista.


O Cooperate CRM possui três níveis de maturidade estruturados por uma base tecnológica de inteligência de negócios com apoio à mobilidade corporativa que integram todos os setores da organização para apoiar o alinhamento entre estratégia, tática e operação. Abaixo podemos entender melhor os níveis de maturidade [ou verticais do CRM] e assim compreender como uma base tecnológica, robusta e preparada para decisões críticas e emergentes pode apoiar as agrorevendas a se diferenciarem na conquista pela lealdade do produtor.

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  • Nível Colaborativo: o objetivo é possibilitar que as informações pertinentes sejam compartilhadas a qualquer momento ou mesmo atualizadas em tempo real. Este nível do CRM implica em facilitar a vida de todos os utilizadores no acesso, monitorando e analisando com o cruzamento de dados e informações de diversas categorias, buscando segmentar e contribuir com o CRM Analítico, portanto considera a inserção de arquiteturas analíticas com a construção de Data Warehouse e Data Marts.



  • Nível Analítico: a finalidade é fazer com que a vida dos profissionais da agrorevenda seja cada vez mais eficaz e eficiente, já que a função do CRM Analítico é transformar dados capturados em campo ou mesmo dados de diversas fontes em informações pertinentes para monitorar o desempenho das atividades comerciais, ações táticas e estratégicas de fidelização e segmentação de clientes. Logo a análise torna-se essencial para a identificação de padrões de comportamento dos produtores, prevendo ações futuras e otimizando resultados.



  • Nível Operacional: o objetivo é deixar a vida do produtor no processo de atendimento cada vez mais ágil, aproximando o consultor técnico das atividades de assistência técnica, plano de insumos, acompanhamento da colheita, entre outras atividades. O CRM Operacional contribui de maneira exponencial para o levantamento do potencial de mercado da agrorevenda, agregando informação para a estratégia da organização.



  • Base tecnológica: a finalidade é organizar a infraestrutura geral da agrorevenda olhando para o hardware (servidores, bancos de dados, computadores, tablets, smartphones) e para o software (ERP, CRM, BI, RH, Portais, aplicativos) de maneira projetada para que a conectividade sustente a rede de colaboração, análise e operação da organização. Afinal de contas projetar crescimento e estratégias de relacionamento com o cliente requer base tecnológica para os insights do negócio, do cliente e das práticas implementadas.


Com o mercado em estágio avançado de transformações e mudanças contínuas é necessário atacar com afinco os problemas e gargalos complexos da organização, o que exige uma dinâmica comportamental que poucas empresas têm conhecimento dos esforços necessários. Neste artigo abordamos o CRM justamente focado em táticas de fidelização por acreditar que um dos caminhos mais difíceis é a manutenção da qualidade do atendimento para conquistar a atenção do cliente.

CRM é estratégico, por isso não pode ser tratado como um projeto de TI ou visto como um sistema de gestão comercial. Ele precisa atingir a amplitude do negócio agrícola, pois a especialidade de um CRM agrícola deve estar condizente à operação da assistência técnica e da venda de insumos em campo.



A Datacoper com a sua plataforma Cooperate CRM leva também para a agrorevenda condições diferenciadas de desenvolvimento de planos de trabalho para atingir a fidelização por meio de planos e campanhas de vendas, segmentação de clientes, acompanhamento da produção entre outras práticas do dia a dia da Agrorevenda.

Autores
Jordano Gonzatto - Gestor de CRM
Carlos Schulze - Analista de Informações
Vinicius Tansini - Trainee de Conteúdo

 

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